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Gincana celebra o Dia do Fisioterapeuta



A prova dos sentidos desafiou os estudantes que precisaram desvendar o mistério de olhos vendados

A Clínica de Escola de Fisioterapia do Cesupa foi tomada por um clima de alegria e descontração na última sexta-feira (13). O motivo? É que divididos em equipes, estudantes do 2º, 4º, 6º e 8º período, participavam da segunda edição da Gincana do Fisioterapeuta, evento realizado em comemoração ao dia que celebra a profissão. Além de integrar e festejar, a atividade também é um momento em que os estudantes podem colocar em prática tudo aquilo que já aprenderam durante o curso.

Circuitos, tarefas surpresas, cover de famosos, jogos de perguntas e respostas e muitos outros desafios fizeram parte da disputa. “A gincana tem diferentes propostas de tarefas e isso faz com que todos os alunos possam participar de forma igual, sem restrições. Assim eles aplicam o que aprenderam em sala não importando se estão no segundo ou no último período”, explica a coordenadora do curso, Wiviane Freitas. 

O social também esteve em foco. Em um dos desafios, as equipes precisaram arrecadar o maior número possível de produtos de higiene pessoal. Quanto mais o número de produtos, mais pontos a equipe computava no placar. Toda a arrecadação será doada para os abrigos São Vicente de Paulo e João de Deus, em Belém. Os dois locais desenvolvem trabalhos sociais e de inclusão com moradores de rua e idosos.

Para os alunos, a gincana traz a descontração necessária em meio ao ritmo de aulas. “Achei essa proposta de atividade muito legal e diferente. Me diverti muito. A gincana permite que tenhamos contato com quem está no início do curso e também com aqueles que já estão indo embora. Essa integração é bem legal e acaba fortalecendo o curso e me incentivando ainda mais como futura profissional”, contou a estudante do 4º período, Fernanda Amorim. 

E é justamente com esse pensamento que a atividade foi proposta. “É extremamente gratificante fazer parte disso. Os alunos gostam desse dinamismo. Com isso estamos plantando uma pequena semente que será colhida no futuro, que é a união, o reconhecimento e a valorização da nossa profissão”, diz a professora Wiviane Freitas.


Texto: Thiago Barros com supervisão de Lali Mareco / Foto: Thiago Barros
16 de outubro de 2017





 
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