Notícias

Fique por dentro de todas as novidades.

Cesupa integra programação do GEONORTE 2026 com minicursos especializados

22 de Abril de 2026
Erica Marques
Cesupa integra programação do GEONORTE 2026 com minicursos especializados

A profª Andreia Conduru, coordenadora do curso de Engenharia Civil (à dir.), fez parte da organização dos cursos e conduziu a abertura do evento. Foto: Coordenação do curso de Engenharia Civil.

O Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa) integrou a programação do GEONORTE 2026, maior encontro de Geotecnia da Região Norte. Realizado entre os dias 14 e 16 de abril, o evento foi promovido pela Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) com o objetivo de divulgar pesquisas científicas e práticas da engenharia geotécnica brasileira.

No primeiro dia do evento, 14 de abril, as atividades ocorreram no Cesupa. O campus Alcindo Cacela II recebeu, durante a manhã e à tarde, os minicursos especializados da programação. A iniciativa ofereceu a profissionais e estudantes atualizações sobre tendências e técnicas recentes da área, ministradas por instrutores de todo o país.

A professora Andreia Conduru, coordenadora do curso de Engenharia Civil do Cesupa, fez parte da organização dos cursos e conduziu a abertura do evento. “A Geonorte é fundamental para os alunos de engenharia civil por conectar teoria e prática, aproximando-os dos desafios reais da geotecnia na região Norte e das inovações do setor. A parceria institucional do Cesupa em eventos nacionais fortalece a formação acadêmica, amplia o networking e projeta os estudantes para uma atuação profissional mais qualificada e alinhada às demandas do país. Para mim, foi uma honra fazer parte desse encontro”, afirmou.

Além das capacitações, o GEONORTE contou com cinco mesas redondas, que abordaram geotecnia ambiental, ensaios, investigação geotécnica, fundações, infraestruturas na Amazônia e exploração mineral na região. Enquanto isso, o ciclo de palestras tratou de temas como mudanças climáticas, cidades resilientes, geotecnia de resultado e novas tecnologias para investigação em campo.

Com programação voltada à realidade amazônica, o encontro tornou-se um dos polos de difusão do conhecimento na região.