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Cesupa promove versões pocket de hackathons para calouros


23 de dezembro de 2021


Participantes do desafio Cesupa Cidades Inteligentes celebram o último dia da programação voltada aos calouros. Foto: Raissa Rezende

O Cesupa promoveu uma atividade de acolhimento inovadora aos calouros aprovados nos processos seletivos de 2022. Durante os dias 14, 15 e 16 de dezembro, os novos alunos participaram de versões pocket (reduzidas), com apenas 4h de duração, dos hackathons Cesupa Health, da área da Saúde, Cesupa Law, de Direito, e Cesupa Cidades Inteligentes para cursos de Negócios e Tecnologia. Os desafios contaram ainda com a participação de veteranos dos cursos e a programação teve como objetivo aproximar os alunos e também apresentar as estratégias de aprendizado da instituição. 

O ano de 2021 foi, sem dúvidas, o ano dos desafios em formato hackathon, no Cesupa. Mesmo entre os cursos que, à primeira vista, parecem não ter relação com maratonas para a resolução de problemas. “A ideia da versão reduzida do hackathon para os calouros é para que eles possam degustar um pouco do nosso método de ensino e aprendizagem, além de confirmar a eles que o Cesupa está à frente em termos de inovação, estratégias e experiências diferenciadas para que se tornem profissionais prontos para interagir com o mercado”, explicou o coordenador do International Office do Cesupa, professor Caio Fanha.

No desafio Cesupa Health, a proposta para os novos alunos dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Odontologia e Psicologia era desenvolver uma campanha educacional para a comunidade atendida pelo Preventório Santa Terezinha com foco em saúde bucal e alimentação balanceada, e estratégia para a captação de recursos para o espaço. Já os calouros de Direito, receberam um caso adaptado do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), sobre as consequências à uma empresa que teve a suspensão do fornecimento de energia elétrica e os seus serviços afetados. 

Cidades - O tema da mobilidade urbana, especialmente voltado para as ações de conscientização dos motoristas e respeito aos ciclistas, pautou a atividade do Cesupa Cidades Inteligentes, em que alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Publicidade e Propaganda, Ciência da Computação, Engenharia de Computação e Engenharia de Produção buscaram soluções tecnológicas para reunir grupos de ciclistas, informações sobre serviços especializados e relatar infrações, como veículos estacionados na faixa exclusiva para o trânsito de bicicletas.

Calouro do curso de Arquitetura e Urbanismo, Murilo Amaral resolveu participar do hackathon para calouros, incentivado pela irmã que cursa Direito na instituição e já vivenciou experiências na graduação, por meio deste método de aprendizagem. “Me interessei muito pela possibilidade, pois eu gosto de pensar em soluções práticas e viáveis. No caso do desafio sobre os ciclistas, muitas vezes, eles parecem invisíveis aos olhos de quem dirige. A nossa proposta de solução é um aplicativo que dê voz a essas pessoas, para que possam denunciar irregularidades que acontecem no trânsito, que muitas vezes não são dados o devido valor”, pontuou. 

Para Ruth Costa que é integrante do Coletivo ParáCiclo e atuou como “cliente convidada” do desafio Cesupa Cidades Inteligentes, o incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte e o cumprimento às leis de trânsito, devem ser discutidos em todas as esferas da sociedade. “É uma pauta que a gente precisa levar para as escolas, as universidades, a todos os lugares, para que as  pessoas tomem consciência de olhar com carinho para quem usa a bicicleta. Às vezes, escutamos que o ciclista atrapalha o trânsito, mas, a gente está contribuindo para a melhoria das cidades, da qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente em geral”, avaliou.

Texto: Gisele Nogami com revisão de Laura Quaresma
23 de dezembro de 2021